sábado, 11 de dezembro de 2010

Síntese TE/CE


ESCOLA – M. COMUNITÁRIA DO CONJ. FEIRA X
RUA A, S/N, FEIRA X
F. S/A, BA
ORIENTADORA: Profª  Marialba                      
CURSISTAS: Rita de Cássia L. de Q. Santos e Rita de Cácia  Melo            11/12/2010



                                                  SÍNTESE DA ATIVIDADE 2 TE/CE


A nossa unidade escolar obteve no IDEB de 2007, 2.6, ultrapassando 1 ponto da meta estipulada pelo MEC, neste período não tínhamos  coordenadora pedagógica, a diretora, além de todas as atribuições administrativas e sociais, assumia também o pedagógico. Já em 2009, a escola contava com uma coordenadora pedagógica, porém  a meta do MEC passou para 3.1 e alcançamos apenas 2.9, apesar de ter havido um avanço de 2 pontos em relação ao IDEB alcançado em 2007, não foi possível alcançar a meta do MEC.

Diante do processo democrático, estamos revisando o PPP da nossa escola, porém a participação da comunidade escolar se mantém no âmbito da escola, ou seja tivemos a participação apenas de um representante da Associação de Moradores do bairro, isto porque o mesmo é funcionário da rede.

O regimento Escolar está sendo revisado pela Seduc que adotará um Regimento único a ser adaptado por cada unidade de ensino. Como mecanismo de representação   representação comunitária temos apenas a Associação de Pais e Mestres (a UEX), que atua na gestão dos recursos financeiros, ajudando a elencar as prioridades para que estes recursos que se resumem na verba do PDDE, sejam empregados de acordo com as reais necessidades da escola.

Na ótica da gestão participativa, no sentido de garantir o envolvimento dos atores responsáveis pelo  trabalho da escola percebemos a importância de ativar o Colegiado Escolar quase que inexistente, pois existe apenas uma ata de criação do mesmo, no ano 1997, que não foi implementado até o momento por não termos maiores esclarecimentos por parte da Secretaria Municipal de Educação, sendo assim, somente agora estamos revendo este aspecto.

Sabemos das dificuldades para formar uma diretoria com conselheiros comprometidos no intuito de fazer valer o verdadeiro papel do Conselho Escolar, que é de representar a comunidade escolar, viabilizando seus anseios e fortalecendo a equipe gestora nas tomadas de decisões importantes para que se tenha uma educação de qualidade.

Portanto é desafiador para a diretora  envolver a comunidade escolar nas ações colegiadas quando se tem um quadro funcional com professores e funcionários pré- aposentados e pais sem preparo algum para exercer papeis de tamanha importância no processo democrático.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

RELATÓRIO DO PI DA ESCOLA COMUNITÁRIA DO FEIRA X


UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA
FACULDADE DE EDUCAÇÃO
ESCOLA DE GESTORES DA EDUCAÇÃO BÁSICA
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO ESCOLAR



REGISTRO DO ANDAMENTO DA INTERVENÇÃO


 DADOS

1-      ORIENTANDO(A):   Rita de Cássia L. de Queiroz Santos

2-      ORIENTADOR(A):  Rosana A. Falcão

3-      TEMA:   Relatório de andamento do Projeto de Intervenção

4-      ESCOLA:   Esc. Mun. Comunitária do Conj. Feira X

5-      PERÍODO: 10/07 à  25/11/10


AÇÕES PREVISTAS DO PROJETO DE INTERVENÇÃO

- Reunião com a comunidade escolar para garantir a participação de todos nas decisões da escola;
- Coleta de dados das reais necessidades da escola;
- Reuniões com professores e líderes das salas de aulas para discutir a re-elaboração do PPP;
- Reunião com a comunidade escolar para analisar as reais necessidades da escola.


DETALHAMENTO DAS AÇÕES REALIZADAS ATÉ O MOMENTO

- A primeira reunião  foi de sensibilização para a real participação de todos nos  - procedimentos da escola;
- No segundo momento discutimos o objeto de intervenção, que ficou definido a re-elaboração do PPP. A partir daí foi realizada a coleta de informações sobre o que revisar no PPP.


DIFICULDADES ENCONTRADAS

- Resistência por parte de alguns professores e funcionários em não se envolverem nos processos da escola, por já terem uma carga horária extensa.
- Falta de tempo dos pais para comparecerem à escola.
- Adequar horários que viessem garantir a  participação de todos.
- Acúmulo de funções para o gestor.





MUDANÇAS PLANEJADAS/ RELIZADAS

- Maior empenho dos professores nas atividades escolares;
- Metodologia de pesquisa a favor do envolvimento da maioria;
- Efetivação de algumas ações, fruto da proposta democrática, como a resolução de um problema antigo;
- Projetos sociais, que oportunizam a presença dos pais na escola




REFLEXÕES SOBRE A INTERVENÇÃO
        
O presente relatório com base nas literaturas indicadas e nas entrevistas realizadas com colegas cursistas de outros municípios /pólos, sobre boas práticas de envolvimento da comunidade escolar, discute os conceitos de descentralização que vêm sendo propostos para a educação, através da implementação do atual modelo de gestão democrática, que vem ampliar a participação comunitária na administração da escola e consequentemente na autonomia da escola pública. Nesse sentido por meio da pesquisa-ação e boas práticas de envolvimento, se reflete o tipo de participação de cada membro da instituição escolar, no sentido de resolver coletivamente os problemas encontrados.

No momento em que se prepara a escola para uma nova realidade, para um novo modelo de gestão pautado na democracia, consideramos um privilégio poder refletir  sobre os níveis de práticas de envolvimento de toda a comunidade escolar. Conhecer a realidade de outras escolas, nesse aspecto é de grande relevância  para se tomar decisões acertadas.

Pensar as formas de articulação utilizadas para a implementação do PI, já reflete o processo democrático que, ora se encontra em fase de implantação na escola e como continuação a re-elaboração do PPP.

                                                                          Segundo Thiolent (1985), a pesquisa-ação é um tipo de pesquisa       
                                                                           social com base empírica , que é concebida e realizada em estreita   
                                                                           associação com uma ação, ou com a resolução de problema coletivo 
                                                                           e no qual os pesquisadores e participantes representativos da
                                                                           situação, ou do problema estão envolvidos de modo cooperativo ou     
                                                                           participativo.

Foi a partir desse percurso que percebemos que para propor medidas , conforme determinação  do despacho conjunto , se tornava necessário, fazê-lo de forma integrada. O Projeto de Intervenção resultado visível deste relatório, integra eixos e propostas de intervenção, assim,  como sugestões de articulação e viabilização para sua concretização.

Envolver a todos os atores inseridos na comunidade escolar direta ou indiretamente nas tomadas de decisões pertinentes aos trabalhos escolares, a princípio não é tarefa fácil, por questões diversas e principalmente pelo histórico de vida de cada um, isso está sendo comprovado claramente, a partir da implantação do modelo de gestão democrática e da implementação do Projeto de Intervenção, não particularmente em nossa unidade escolar, mas, na maioria das instituições escolares, confirmação obtida por meio das entrevistas que realizamos  com colegas gestoras de unidades escolares de outras  realidades regionais, como Salvador, Jacobina (sertão da Bahia), Santo Antonio de Jesus, Antonio Cardoso, Juazeiro, entre outros municípios.

As práticas de envolvimento da comunidade escolar são boas, porém semelhantes entre as escolas pesquisadas. Entretanto enriquecedoras nos pequenos detalhes em que se diferenciam.  Considerando essa realidade e apoiadas na metodologia de pesquisa-ação, conseguimos dinamizar a comunidade escolar, isto num trabalho minucioso. A participação ativa de todos, se deu numa linha de sensibilização e re-construção do PPP de forma coletiva está consolidando a perspectiva democrática, não só na área pedagógica, principal eixo para se chegar à educação de qualidade , mas também na organização administrativa, cada um assumindo suas responsabilidades, com maior empenho  e entusiasmo , devido a algumas mudanças de procedimentos da equipe gestora, que ao discutir com clareza os problemas da escola, incute em todos a importância do trabalho coletivo e harmonioso,  respeitando  as individualidades e limitações de todos, todavia mostrando através de reflexões e conversação que se pode superar muitas dificuldades no âmbito escolar, desde quando todos se unam num único objetivo, que é melhorar a qualidade do ensino.

                                                                    Para Gil (1994), existe uma grande dificuldade de
                                                                    sucesso exclusivamente através da observação, prin-
                                                                    cipalmente quando a pesquisa está relacionada com  
                                                                    temas que envolvem conhecimento, sentimentos,
                                                                    crenças, motivações, comportamento e expectativa  das
                                                                    pessoas. Por isso é interessante a utilização de outros
                                                                    instrumentos que facilitem e enfatizem  os relatos dos
                                                                    sujeito, visando obter informações sobre os seus
                                                                    estímulos e/ou experiências que estão expostas e sobre o
                                                                    conhecimento dos seus comportamentos.

Portanto confere pois primeiro tivemos uma reunião de sensibilização para motivar a participação, no segundo momento aplicamos um questionário, contemplando vários aspectos da realidade escolar, enquanto instituição de ensino e no terceiro passo um instrumento medindo o nível de satisfação do grupo e completamos com as entrevistas realizadas com colegas dirigentes outras unidades, de diferentes regiões no intuito de conhecer boas práticas de envolvimento da comunidade escolar e foi confortante saber que mesmo realidades totalmente diferentes, as dificuldades em relação a participação efetiva  da comunidade escolar são as mesmas.

Seguindo essa trajetória estamos re-construindo o PPP que já se encontra em fase de digitação  e que, apresenta em seu bojo os objetivos e metas, referentes a solução dos problemas detectados de forma coletiva, num processo de pesquisa e ação colher de todos os envolvidos as informações reais dos problemas pertinentes ao fracasso escolar da maioria de nossos alunos, envolvendo-os nas responsabilidades de modo a terem conhecimento de toda a problemática e pensando juntos as soluções.


                                                             
                                                                       Thiolent (1996, p. 16), considera  que a pesquisa-ação é
                                                                        uma estratégia metodológica de pesquisa social, na qual:
                                                                        - há uma ampla e explicita interação entre pesquisadores e
                                                                        pessoas implicadas na situação investigada;
                                                                        - desta interação resulta a ordem de prioridades dos
                                                                        problemas e das soluções a serem encaminhadas sob forma   
                                                                       de ação concreta;
                                                                       - objeto da investigação não é constituído pelas pessoas e
                                                                       sim pela situação social e pelos problemas de diferentes
                                                                       naturezas encontrados nesta situação;
                                                                       - o objetivo da pesquisa-ação consiste em resolver  ou, pelo  
                                                                       menos, em esclarecer os problemas da situação observada; ...

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

PLANOS DE AÇÕES (REVISÃO DO PPP)

Escola Municipal Comunitária Dos Moradores do Conjunto Feira X
Objetivo:Melhorar as condições do espaço físico da escola para a realização dos eventos
Meta : Buscar parcerias para resolver os problemas na estrutura física da escola no prazo de um ano.
O que
Como
Quando
Quem
Recursos
Cobertura para realização dos  eventos escolares
*Reunir com o presidente da associação de moradores  (proprietário do espaço) ,para apresentar proposta de reforma do espaço
*Encaminhar documentos necessários as solicitações
*Reunir com o presidente da associação para obter  o retorno das solicitações encaminhadas.
*Acompanhar o processo da reforma do espaço
10/01/2011




14/01/2011

28/01/2011


A partir de 01/02/2011
Rita Queiroz  Diretora



Wanilda secretaria 

Rita  Queiroz Diretora


Rita Queiroz Diretora
Oficios
Atas


Humano
Materialdigitado

PLANO DE AÇÃO PARA INSERIR AS TCS EM SALA DE AULA

ESCOLA MUNICIPAL COMUNITÁRIA DOS MORADORES DO CONJUNTO FEIRA X
OBJETIVO: INSERIR AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO EM SALA DE AULA 
META: PROMOVER A FORMAÇÃO CONTINUADA DE 100% DOS PROFESSORES NAS ÁREAS DAS NOVAS TECNOLOGIAS EXISTENTES NA ESCOLA, EM  DOIS ANOS

O quê 
Como 
Quem 
Quando
Recursos
Formação técnica para os professores
*Realizar levantamento dos professores com domínio uso do computador e internet         *Planejar um cronograma para apresentação do blog da escola  e .dos programas. educacionais aos professores  *Treinamento digital e virtual para os professores.                 *Acompanhar esta inclusão tecnológica na escola.
Rita Queiroz(Diretora)

Rita Queiroz(Diretora)

Técnico da secretaria
MariadoCarmo
(Coordenadora)


14/03/2011

18/03/2011

30/03/2011
14/04/2011
Computador

Internet

Impressora
Papel oficio

Planos de ações do PPP (em fase de revisão)


ESCOLA MUNICIPAL COMUNITÁRIA DOS MORADORES DO CONJUNTO FEIRA X
OBJETIVO: MELHORAR AS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS.
META: ELEVAR DE 60% PARA 80% A TAXA  DE APROVAÇÃO DOS ALUNOS EM DOIS ANOS

 O que ( ação)
Como
Quando
Quem
Recursos
Oficinas de leitura
*Realizar avaliação diagnóstica dos alunos.     *Reunir com os professores para discutir as     dificuldades encontradas, elaborar as oficinas de leitura.               *Aplicar as oficinas de leitura trimestralmente   *Avaliar os resultados das oficinas
04/03/2011
11/03/2011


25/03/2011
16/09/2011
Avaliação ao término de cada oficina.
Rita Queiroz (Diretora)
Maria do Carmo (Coordenadora)
Lucivânia (Professora)
Maria do Carmo (coordenadora)


Livros de história
Textos xerocados
Jornal, cd de músicas, rádio

Piloto,fita-durex,Flip.Sharter.
Giz de cera, cola

sábado, 4 de setembro de 2010

Escola Mun. Comunitária do Feira X







CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA 

Quanto ao histórico de criação da escola
No início o Conjunto Habitacional Dr. João Durval Carneiro estava habitado por um número considerável de pessoas, diante dessa realidade surgiu a necessidade de criar uma escola.

Sendo autorizada em 1º agosto de 1991, pelo decreto nº 5.304 com o nome de Escola Municipal Comunitária dos Moradores do Feira X. A demanda de matrícula crescia a essa altura a escola já funcionava com mais de mil alunos. Era a única escola do Conjunto Feira X, com ensino Fundamental 1.

Hoje, mudou um pouco essa realidade, existem outras escolas que oferecem o ensino fundamental.
No dia 24 de dezembro de 2009, a escola passou a ser denominada Escola Municipal Comunitária do Conjunto Feira X ,situada à rua A, S/N, Feira X, Feira de Santana, BA.
Tem um quantitativo de 449 alunos, Oferece o ensino fundamental 1 de 9 anos, desde 2007, amparada pela resolução de autorização de 02/2009 pelo CME (Conselho Municipal de Educação) e Eja, é cadastrada junto ao Mec sob o código do Inep 29094585, apresentando um ideb de 2,9.



Equipe gestora

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA ESCOLA

A composição hierárquica da escola está organizada da seguinte forma: 1 Diretora; 2 Vices-diretoras; 1 Secretária.
E o quadro funcional se compõe de: 1 coordenadora pedagógica; 10 professores e 3 estagiários; 5 agentes de apoio; 2 porteiros e 2 vigilantes.
A atual direção esta ocupando o cargo há nove anos, teve acesso ao mesmo por eleição direta, realizada a cada dois anos, tem como característica marcante o comprometimento se fazendo presente todos os dias na unidade escolar atuando na área administrativa sob as deliberações da Secretaria Municipal de Educação e resolvendo os problemas internos com muita responsabilidade, ouvindo a todos e tomando as decisões de comum acordo com toda comunidade Escolar.



                                                                       Sala dos professores


ESTRUTURA FÍSICA E DE RECURSOS DA ESCOLA

A estrutura física da escola está dividida da seguinte forma: 6 salas de aula, sendo estas salas pequenas e com pouca ventilação, l sala de leitura, pequena, medindo 4x4m., 1 laboratório de informática (em fase de instalação), 1 secretaria, composta de armários com os arquivos do administrativo e duas mesas para atender a comunidade, 1 sala dos professores, contendo os armários dos professores e uma mesa grande com 8 cadeiras, uma televisão e um bebedouro, sala do diretor, minúscula, com dois computadores, duas impressoras, duas estantes, um armário e a mesa do diretor, 1 sala de quebrados, onde ficam as coisas de pouco ou nenhum uso (aguardando as providências), 1 cozinha, 1 depósito de merenda, 1 depósito para o material pedagógico, 2 sanitários dos funcionários, 2 sanitários dos alunos, 1 sanitário acessível (para alunos) e uma área onde não há espaço para envolver todos os alunos em brincadeiras ao mesmo tempo. Não temos um área coberta para realizar os eventos pedagógicos e sociais, precisamos contar com as condições do tempo para realização de tais eventos. Na verdade, a escola Municipal Comunitária do Conj. Feira X funciona num espaço cedido pela Associação de Moradores do Feira X, o que justifica toda essa precariedade em sua estrutura física.


                                                                     Festa das crianças

PERFIL DO ESTUDANTE

A questão do desempenho escolar dos alunos tem sido também explicada como resultado do comportamento dos professores em sala de aula e das percepções existentes sobre os alunos.
Nossos estudantes em sua maioria são filhos de pais separados, sendo sustentados por padrastos ou mães que fazem bico (domésticas / diaristas), pessoas sem formação alguma para educá-los, e a maior parte do tempo ficam sozinhos. Por conta disso percebe-se uma carência afetiva enorme. Habitam em moradias sem infra-estrutura adequada (favelas), onde o tráfico de drogas é a saída para muitos, algumas crianças na faixa etária entre 10 e 12 anos já experimentaram maconha e cocaína (assunto frequente entre elas). São alunos inquietos, pois ao chegarem em casa deixam os materiais escolares de lado e ficam brincando na rua, este é o perfil de grande parte dos nossos alunos. A questão religiosa em nossa comunidade é composta de igrejas católicas, evangélicas e centro de umbanda. O lazer deixa a desejar, não temos opções. Existem alguns campos de futebol e duas quadras poliesportivas.



                                                                  Peojeto Escola na Avenida



PERFIL DA COMUNIDADE DE ENTORNO

Nossa clientela, é constituída por alunos do bairro e circunvizinhos, bairros pobres com todas as carências retratadas nos níveis histórico-social, econômico e político. Há falta de áreas de recreação e lazer adequados para os jovens, aprofunda ainda mais a instabilidade social do bairro, aliada a falta de oportunidades de emprego, canaliza as energias da clientela muitas vezes para a violência e criminalidade, tal realidade é refletida no dia-a-dia da escola.
Em relação ao padrão de moradia se apresenta com cassas pequenas composta de um quarto ou apenas uma sala sem infra estrutura. Famílias com renda per capita menos ½ salário mínimo. O comercio local consta de supermercados, farmácias, bares, lojas de móveis, feiras livres aos domingos, etc. Quanto ao serviço de transporte coletivo atende às necessidades da comunidade servindo-a nos horários de fluxo intenso. Já o saneamento básico do bairro contempla rede de esgoto, água encanada, coleta de lixo regular, ruas pavimentadas. No que diz respeito à segurança pública do bairro precisa de atenção maior no combate a violência que cresce cada vez mais no bairro.
Contudo, a escola Municipal Comunitária do Conj. Feira X presta um bom serviço à sua comunidade, acolhendo aqueles que mais precisam e nutrindo de boas expectativas os alunos e funcionários nela inseridos. Na sua área pedagógica desenvolve as atividades observando as individualidades de cada aluno e participa de eventos realizados pela Secretaria Municipal de Educação, sendo colocada em destaque pelo seu nível de organização e comprometimento. No administrativo atende a todas as solicitações das instâncias superiores dentro do prazo previsto.



Aula intinerante (Belgo)



  Concurso de poesia



Quadro 6 – Cronograma geral
Ação
20010
2010
Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Julh
Agos
Set
Out
Nov
Dez
Projeto Meio Ambiente


  X
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Cantinho da Leitura






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Projeto Festa Junina




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Bingo de Matemática







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Projeto Natal em Família










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Capacitação dos professores







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Oficina de leitura e escrita








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Oficina de matemática








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Homenagem a aniversariantes





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